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terça-feira, 24 de agosto de 2010

EXTRA EXTRA - CHEGO A HORA DE SAIR PRA VIVER

O que pretendo ser ?
é a pergunta mais feita a mim mesma durante esse tempo, eu sabia que minha hora ia chegar que eu iria me encher das mesmas perguntas e por mais que pensasse e pensasse ainda teria uma fisgada de dúvida no fim do caminho.

Logo quando pequena queria ser médica, achava essa uma profissão digna e honesta , mas quando assisti a um filme com meu tio na TV comecei a pensar direito no assusto, tudo aquilo envolvia muito sangue e muitas partes do corpo nu [ Nunca fui muito pra gostar de sangue , e fico muito constrangida quando vejo pessoas quase nuas, quando fala de partes do corpo como Bunda .. você me entendeu]

Ai um pouco mais tarde pensei em ser veterinária, mas meu rato de estimação acabou falecendo e nunca tinha chorando tanto como chorei naquele dia, acabei percebendo que não serviria para cuidar nem de bicho nem de gente pois não tinha estômago.

Então do que eu entendia e gostava? Uma vez estava eu na praia era pequena e tinha a mente cheia de coisas flutuando a pensar decidi brincar de detive e gostei daquilo...
O tempo passou e eu deixei isso passar com ele, sempre adorei escrever pois tenho muito necessidade de falar colocar meus pensamentos para fora para que eles se alinhem e se entendam por eles mesmo, pois se eu quiser entende-los poderia ser difícil de  acontecer e sempre gostei de ajudar as pessoas.
Eu chegava em um determinado lugar e praticava o mesmo ritual OBSERVAVA tudo, o modo como se sentava, como piscava os olhos, como se comportava, o balançar dos dedos isso era um vicio pra mim, nada me dizia para fazer aquilo eu simplesmente fazia, dai então vinha o segundo passo tirar minhas conclusões sobre o que observei, e geralmente todas estavam certas. Acredito eu que todas as pessoas que observei na verdade foram muito óbvias de saber que tipo de pessoas se tratavam , mas as pessoas realmente são muito iguais em comportamentos mas cada um tem sua mania, eu com a minha tinha uma grande dádiva sabia muito sobre a vida mas não porque vivi mas vi muitas pessoas vivendo e sabia aconselhar e dizer palavras sábias sobre os caminhos do bem e do mal.

Então decidir ser Jornalista, tenho cede de coisas novas de histórias de pessoas de lugares de vidas com quem eu posso dividir e com as pessoas possam compartilhar comigo, e sempre adorei escrever foi uma coisa propicia para meu perfil de rilex e nada que me estreasse e nada que envolva sangue e ratos mortos.


Gabriela Ramos

Um comentário:

Luciana Klopper disse...

Serás maravilhosa naquilo que escolher, mas lendo como escreve, jornalismo será perfeito!